terça-feira, 9 de novembro de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 19 de abril de 2008
Saúde 24 comemora Primeiro Aniversário com Novo Serviço
Saúde 24 comemora Primeiro Aniversário com Novo Serviço
Prestes a assinalar a passagem do seu primeiro aniversário, a Linha Saúde 24 acrescentou ao conjunto de serviços prestados o aconselhamento sobre alergias, pretendendo ajudar quer pessoas a quem já tenha sido diagnosticada determinada alergia, quer indivíduos que, desconhecendo a sua condição, apresentem sintomas associados.
Aos indivíduos aos quais já foi diagnosticada a situação, a Saúde 24 dá uma resposta ao nível das alergias respiratórias (mais sazonais), alimentares (menos dependentes do efeito da sazonalidade) e dermatológicas, nomeadamente, rinite alérgica, asma, conjuntivite alérgica, dermatite atópica, dermatite de contacto, urticária, sinusite, alergias/ intolerâncias alimentares, entre outras.
Aos outros, os indivíduos que apresentam sintomas mas que não estão diagnosticados, é disponibilizado aconselhamento sobre esta matéria e também sobre picadas de insectos, pieira, dor dos seios nasais, rash, prurido, sintomas oculares/oftalmológicos, do foro alimentar (náuseas e vómitos) ou tosse.
Através do número de telefone 808 24 24 2 4 será, ainda, disponibilizada informação genérica de saúde relacionada com a temática das alergias e medicação associada.
Desde o seu arranque experimental em 2007, a linha Saúde 24 já ajudou cerca de 440 mil pessoas a descobrirem uma nova forma de lidar com os seus problemas de saúde, para além de ter proporcionado uma diminuição dos utentes que recorrem às urgências hospitalares, permitindo, assim, aos utentes uma maior comodidade e capacidade de gerir a sua própria saúde.
Data: 17-04-2008
Fonte: Portal do Cidadão com Portal da Saúde
Prestes a assinalar a passagem do seu primeiro aniversário, a Linha Saúde 24 acrescentou ao conjunto de serviços prestados o aconselhamento sobre alergias, pretendendo ajudar quer pessoas a quem já tenha sido diagnosticada determinada alergia, quer indivíduos que, desconhecendo a sua condição, apresentem sintomas associados.
Aos indivíduos aos quais já foi diagnosticada a situação, a Saúde 24 dá uma resposta ao nível das alergias respiratórias (mais sazonais), alimentares (menos dependentes do efeito da sazonalidade) e dermatológicas, nomeadamente, rinite alérgica, asma, conjuntivite alérgica, dermatite atópica, dermatite de contacto, urticária, sinusite, alergias/ intolerâncias alimentares, entre outras.
Aos outros, os indivíduos que apresentam sintomas mas que não estão diagnosticados, é disponibilizado aconselhamento sobre esta matéria e também sobre picadas de insectos, pieira, dor dos seios nasais, rash, prurido, sintomas oculares/oftalmológicos, do foro alimentar (náuseas e vómitos) ou tosse.
Através do número de telefone 808 24 24 2 4 será, ainda, disponibilizada informação genérica de saúde relacionada com a temática das alergias e medicação associada.
Desde o seu arranque experimental em 2007, a linha Saúde 24 já ajudou cerca de 440 mil pessoas a descobrirem uma nova forma de lidar com os seus problemas de saúde, para além de ter proporcionado uma diminuição dos utentes que recorrem às urgências hospitalares, permitindo, assim, aos utentes uma maior comodidade e capacidade de gerir a sua própria saúde.
Data: 17-04-2008
Fonte: Portal do Cidadão com Portal da Saúde
Inaugurada primeira unidade de saúde digital
Inaugurada primeira unidade de saúde digital
Projecto testado na USF de S. Julião desde Janeiro de 2007
O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, inaugurou ontem, na Figueira da Foz a primeira região de saúde digital do país. Com este projecto, apoiado pela PT Prime, a funcionar na Unidade de Saúde Familiar (USF) de S. Julião, o utente passa a ter à disposição um conjunto de serviços, via internet, como a marcação de consultas, o acesso a resultados de exames médicos, acesso a informação do processo clínico electrónico ou visualização de resultados de exames e análises.
"É um sistema fácil e que simplifica a vida às pessoas", disse, ao JN, Jorge Mendes, 67 anos, utente da USF de S. Julião.
Munido de uma "password", o utente, em casa, efectua a tarefa desejada através da Internet. "Passei a pedir receitas, marcar consultas e levantar receituário a partir de casa. Pelo menos não estamos à espera em filas, como acontecia no passado. Agora, chegamos aqui, aguardamos uns minutos e somos logo atendido", revelou Jorge Mendes.
O projecto, ontem inaugurado oficialmente, tem sido testado naquela unidade desde Janeiro de 2007 com resultados positivos. "Em relação ao tempo de espera de atendimento passou de 12 minutos para seis", divulgou José Luís Biscaia, coordenador da USF de S. Julião, que tem actualmente cerca de 10 mil utentes inscritos. Paulo Dâmaso
Projecto testado na USF de S. Julião desde Janeiro de 2007
O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, inaugurou ontem, na Figueira da Foz a primeira região de saúde digital do país. Com este projecto, apoiado pela PT Prime, a funcionar na Unidade de Saúde Familiar (USF) de S. Julião, o utente passa a ter à disposição um conjunto de serviços, via internet, como a marcação de consultas, o acesso a resultados de exames médicos, acesso a informação do processo clínico electrónico ou visualização de resultados de exames e análises.
"É um sistema fácil e que simplifica a vida às pessoas", disse, ao JN, Jorge Mendes, 67 anos, utente da USF de S. Julião.
Munido de uma "password", o utente, em casa, efectua a tarefa desejada através da Internet. "Passei a pedir receitas, marcar consultas e levantar receituário a partir de casa. Pelo menos não estamos à espera em filas, como acontecia no passado. Agora, chegamos aqui, aguardamos uns minutos e somos logo atendido", revelou Jorge Mendes.
O projecto, ontem inaugurado oficialmente, tem sido testado naquela unidade desde Janeiro de 2007 com resultados positivos. "Em relação ao tempo de espera de atendimento passou de 12 minutos para seis", divulgou José Luís Biscaia, coordenador da USF de S. Julião, que tem actualmente cerca de 10 mil utentes inscritos. Paulo Dâmaso
Portugueses gastaram 71 milhões de euros em taxas moderadoras em 2007
Os portugueses gastaram no ano passado 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras, das quais mais de dois milhões nas novas taxas de internamento, que entraram em vigor em Abril desse ano, revelam dados do Ministério da Saúde.
As taxas de internamento, tal como as de cirurgia de ambulatório, entraram em vigor a 1 de Abril de 2007. Nesse ano, o valor cobrado foi de cinco euros por dia de internamento (até um limite de dez dias) e de dez euros por cirurgia de ambulatório.
Estes valores foram, entretanto, actualizados, situando-se nos 5,10 euros por dia de internamento e nos 10,20 euros por cirurgia de ambulatório.
Dados do Ministério da Saúde a que a Lusa teve acesso indicam que, em 2007, os portugueses gastaram 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras.
Destes, 2,42 milhões de euros foram cobrados como taxas de internamento (entre Abril e Dezembro de 2007).
As taxas moderadoras da cirurgia de ambulatório estão registadas e cobradas no módulo dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), que registaram uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
A criação das taxas de internamento e de cirurgia do ambulatório foi anunciada em 2006 por António Correia de Campos, antecessor da actual ministra da Saúde, Ana Jorge.
Na altura, Correia de Campos garantiu, numa entrevista à Lusa, que a medida não tinha fundamentos económicos.
Fonte: Jornal PUBLICO - 18.04.2008 - 13h56 Lusa
As taxas de internamento, tal como as de cirurgia de ambulatório, entraram em vigor a 1 de Abril de 2007. Nesse ano, o valor cobrado foi de cinco euros por dia de internamento (até um limite de dez dias) e de dez euros por cirurgia de ambulatório.
Estes valores foram, entretanto, actualizados, situando-se nos 5,10 euros por dia de internamento e nos 10,20 euros por cirurgia de ambulatório.
Dados do Ministério da Saúde a que a Lusa teve acesso indicam que, em 2007, os portugueses gastaram 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras.
Destes, 2,42 milhões de euros foram cobrados como taxas de internamento (entre Abril e Dezembro de 2007).
As taxas moderadoras da cirurgia de ambulatório estão registadas e cobradas no módulo dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), que registaram uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
A criação das taxas de internamento e de cirurgia do ambulatório foi anunciada em 2006 por António Correia de Campos, antecessor da actual ministra da Saúde, Ana Jorge.
Na altura, Correia de Campos garantiu, numa entrevista à Lusa, que a medida não tinha fundamentos económicos.
Fonte: Jornal PUBLICO - 18.04.2008 - 13h56 Lusa
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Inflação na saúde dispara para máximos de dez anos
A inflação média no sector da saúde registada no último ano aumentou para níveis historicamente elevados, colocando Portugal como o país da Zona Euro onde os preços mais se agravaram.
Segundo os dados mais recentes publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a inflação média na saúde nos 12 meses terminados em Fevereiro foi de 7,3%, quase três vezes superior à inflação global. A explicar esta evolução estão as decisões do Governo de introduzir novas taxas moderadoras, de aumentar algumas já existentes e de reduzir a comparticipações do Estado em produtos farmacêuticos de marca."
3 de Abril de 2008
Rui Peres Jorge
rpjorge@mediafin.pt
Segundo os dados mais recentes publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a inflação média na saúde nos 12 meses terminados em Fevereiro foi de 7,3%, quase três vezes superior à inflação global. A explicar esta evolução estão as decisões do Governo de introduzir novas taxas moderadoras, de aumentar algumas já existentes e de reduzir a comparticipações do Estado em produtos farmacêuticos de marca."
3 de Abril de 2008
Rui Peres Jorge
rpjorge@mediafin.pt
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Transplantes de Órgãos rende milhões
Transplantes de órgãos rendem milhões aos profissionais de saúde
04.02.2008 - 10h10 PÚBLICO
Segundo o jornal "Diário de Notícias" de hoje, os transplantes de órgãos rendem milhões de euros por ano aos profissionais da saúde, havendo médicos que chegam a ganhar 30 mil euros líquidos por mês.
Durante os anos 90 criou-se um sistema de incentivos aos médicos com vista ao aumento de transplantes. Como o número de operações não satisfazia as necessidades, os hospitais foram estimulados a fazer uma maior colheita de órgãos com a ajuda de incentivos monetários sem precedentes em nenhuma outra especialidade.
Segundo a notícia publicada hoje no "Diário de Notícias", em 2007, “os transplantes chegaram aos 1330, mais 20 por cento do que no ano anterior. O que custou ao Estado naquele ano 23 milhões de euros só em incentivos. Com os actuais números de transplantes aquilo que antes era um estímulo pago aos profissionais para operar mais, tornou-se, hoje, numa fortuna”.
A última actualização dos incentivos, feita em 2006, determina que os hospitais recebam, para além das verbas previstas nos contratos-programa, entre 13 mil euros, por um rim transplantado e 55 mil euros, por um fígado, intestinos ou pulmões.
Seguindo a legislação, os montantes são entregues directamente aos hospitais que detém uma parcela e distribuiem os restante pelos profissionais envolvidos (entre 40 a 80 por cento). Quem faz a colheita de órgãos também recebe um valor que é, no entanto, menor que o da transplantação.
04.02.2008 - 10h10 PÚBLICO
Segundo o jornal "Diário de Notícias" de hoje, os transplantes de órgãos rendem milhões de euros por ano aos profissionais da saúde, havendo médicos que chegam a ganhar 30 mil euros líquidos por mês.
Durante os anos 90 criou-se um sistema de incentivos aos médicos com vista ao aumento de transplantes. Como o número de operações não satisfazia as necessidades, os hospitais foram estimulados a fazer uma maior colheita de órgãos com a ajuda de incentivos monetários sem precedentes em nenhuma outra especialidade.
Segundo a notícia publicada hoje no "Diário de Notícias", em 2007, “os transplantes chegaram aos 1330, mais 20 por cento do que no ano anterior. O que custou ao Estado naquele ano 23 milhões de euros só em incentivos. Com os actuais números de transplantes aquilo que antes era um estímulo pago aos profissionais para operar mais, tornou-se, hoje, numa fortuna”.
A última actualização dos incentivos, feita em 2006, determina que os hospitais recebam, para além das verbas previstas nos contratos-programa, entre 13 mil euros, por um rim transplantado e 55 mil euros, por um fígado, intestinos ou pulmões.
Seguindo a legislação, os montantes são entregues directamente aos hospitais que detém uma parcela e distribuiem os restante pelos profissionais envolvidos (entre 40 a 80 por cento). Quem faz a colheita de órgãos também recebe um valor que é, no entanto, menor que o da transplantação.
Subscrever:
Comentários (Atom)